sábado, 17 de dezembro de 2011

"3 dias / 3 pitacos"

Olá minha doce amiga!

Como o prometido, me encarreguei de responder suas perguntas..
Acabei fazendo uma pergunta ou outra que você poderia responder nos comentários.

Um beijo longo.

Ass.: Tico.


O que achou dos aditivos?
Recorri aos aditivos por uma questão óbvia. Sabia com antecedência que esses dias exigiriam de nossos corpos uma sobrecarga. Não queria que o inevitável cansaço levasse consigo tão preciosas horas contigo, amiga. Marquei de acertar as contas com meu corpo quando seu avião estivesse a mais de 30.000 pés.
Num balanço final, seu uso foi bem positivo. De certo numa próxima ocasião (que não tarda) ampliarei um bocadinho nosso estoque.

Algo não aconteceu por falta de coragem?
Sem medo de botar banca de macho alpha, assumo: Não deixei de fazer nada por falta de coragem. Inegável dizer que não houve uma certa expectativa na coisa, saca?... Mas mesmo não sendo muito bom em identificar indícios denunciatórios, não percebi nenhum feedback. A máxima que diz  que “a ocasião é rara” nunca fez tanto sentido. Concorda?


Estamos mais maduros ou fomos tomados por uma súbita adolescência?
Todos nós somos adeptos da experimentação como porta de entrada principal para aquele verbo indefinível chamado viver. O tempo é curto mas a experiência é longa e difícil, e se recria com a fluidez  da memória. O toque, o cheiro e todo imenso arsenal  de sensações libidinosas e lisérgicas nos marcam tanto que  buscamos sugar gota a gota o deleite vivido através das lembranças. Fizemos tudo (ou quase) que nossos corpos pediam. Bom salientar que não se trata de puro hedonismo, afinal o bem estar do grupo deve prevalecer ao individual. Precisa de uma certa maturidade para atingir esse estágio, não acha?
Percebo, mais do que nunca, que todos estão mais responsáveis pelos seus atos. Nossos demônios alados desaparecem no horizonte levando consigo o medo de assumir quem realmente somos. E quando nos reunimos – os três – entre cervejas e bauretes, não são apenas risadas que ecoam no cômodo. Acho que enfim descemos do altar da adolescência através da significação de culpa.  

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