terça-feira, 16 de abril de 2013

Treino.



Os dedos passeiam por entre os grandes lábios, agora molhados. E sugere lhe tirar a calcinha. 
Não havia um desejo manso, eram dois touros correndo a mesma direção.
As mãos que seguram os pulsos, no cavalgar que faz gemer, antes tremiam procurando fuga para os pensamentos.
Era então o novo vicio, de subir por entre as pernas e deixar que o corpo caísse. No encaixe. Como um peão que se prende firme a sela, não poderia cair. Segurava. Subia, descia. Recomeçava.
 Descobrindo caminhos do novo gozo. Na boca seca, que molha o ventre. 
Você sorri e diz não aguentar. 
 Sentei atrás onde os lábios deslizavam. Sentia o arrepio, o cheiro, o gosto. O desejo que amolecia o corpo. Encontrei no manchado o desenho que queria percorrer, a língua já entedia o que fazer.
Delicio-me com cada passo imaginado.
O vermelho despido, lhe fez ofegar, é quando encosto o ouvido no lábio, a pele muda de textura, a língua desliza até o seio, certeira. Viro pelo avesso, volto, os olhos reviram. Gozo.
E você sorri porque não vai mais aguentar, o novo vicia e lhe permite danar.







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