domingo, 1 de abril de 2012

A verdade é que você mente todo dia.

"Minha vontade é de sei lá...

  • Pegar um ônibus e mudar, sei lá, 
    pra um lugar bem longe sabe...
  • Começar do zero!
    Tai será que dar reset é sempre necessário?
    • Eu acho que eu sou é um pouco mimada...E
       qndo as coisas não funcionam ao modo eu fujo, é tão mais fácil!
      Vc já tinha pensado nisso antes?

      • Um pouco 
        e minha frustração aumenta.
        Deve ser indigesto, Nega!"

        E depois de reflexões frente ao espelho, lembrei me que sou apenas um personagem. E que Ninguém. Ouça bem NINGUÉM É 100% REAL!
        Então, pode um homem se reduzir a insignificância de ser 
        apenas bom?

        Aguardo teu palpite neste mesmo Post...(se ainda souber a senha, claro)

Um comentário:

  1. É do meio dessa acrópole financeira (meus pés estáticos sob carpete, planilhas abertas, 13º andar) que faço emergir meu direito de resposta.
    Se esse seu titulo fosse uma ferramenta, sem chance de erro, arriscaria: bisturi. Dotado de corte clínico, mordaz. Desembrulhando o que temos de melhor (e mais obscuro): a arte de fingir.

    ...

    Naquele dia tive medo de que você me odiasse. Uma linha tênue separa o amor do ódio.

    Talvez, se eu estivesse cara a cara contigo, observando seus lábios trêmulos denunciando uma das muitas fraquezas humanas, eu, ai meu deus, eu hesitaria.

    E para concluir o que você espera de mim continuarei com meu modelo socrático de formular indagações incovenientes:

    Todos atuamos.
    O mundo é o nosso palco.
    O grande problema é que a platéia é desinteressada.

    Pois bem.
    Acredito que em toda relação existe um interesse impulsionador. Seja de amizade, profissional ou amorosa.Simples assim. Quando não há interesse, cortamos laços. Porque estar com alguém que não tem mais nada a oferecer? Não estou falando só de grana, e sim de QUALQUER COISA.
    Esse é o fundamento. Guarde isso.
    Se todos fingimos, se ninguém é 100º real, acredito que por trás dessas ações há uma motivação mor. Pois bem, agora vem o corte seco:

    Por que você finge Tai Borges?

    Ah, feliz dia da mentira!

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